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22 de jan de 2014

A Última Chance - 10° Capitulo

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MARATONA. PARTE 01



POVS Lua
- O que é Arthur?- Abri a porta e ele retirou seu pé de lá
- É que o Mika tá lá em casa…
- Ele chegou lá?- Falei preocupada
- Chegou! E eu queria deixá-los a sós- Assenti- E…quero muito conhecer o condomínio…Como…- Ele gaguejava
- Desembucha!- Falei cruzando os braços
- Você não quer ir me monstrar as redondezas?
Oi?
- Eu? Por que eu?- Franzi o cenho
- Porque você conhece aqui e tudo… Vai, por favor!?- Revirei os olhos
- Tá bom! MÃE VOU DAR UMA VOLTA NO CONDOMÍNIO!
- SOZINHA?- Gritou do andar de cima
- NÃO…COM O ARTHUR- Ele sorriu
- ARTHUR É? HUM
- MÃE! ARGH, TCHAU!- Bati a porta e ouvi a risada da minha mãe no quarto, revirei os olhos e fui andando para a calçada. Quando parei e olhei para trás- Vamos Arthur!
- Ah…Sim, claro!- Ele sorriu e me acompanhou.- Você…me desculpa?- Falou apreensivo e eu o olhei. Nós paramos de andar e ficamos nos olhando.- Desculpa?
Desculpar ele? Como assim?
- Te desculpar?- Ele assentiu- Desculpo sim, eu também não estou em meus melhores dias, TPM!- Nós rimos
- Posso te dar um abraço?
UM ABRAÇO? COMO ASSIM? PERAÊ, VAMOS COM CALMA
- Um abraço?- Olhei assustada
- É! Posso?- Assenti.
MEUS DEUS O QUE EU DISSE?! OH NO.
Ele chegou mais perto de mim e deitei minha cabeça na curva de seu pescoço, apreciei seu perfume maravilhoso e me aconcheguei mais ainda. Seu corpo era quente e aconchegante, seus braços fortes ao redor da minha cintura me faziam sentir segura e protegida. Sua respiração era lenta, mas seu coração batia forte contra o peito.
Foi um daqueles momentos que eu não saberia descrever.
Depois de um tempo percebi o que estava fazendo e eu me afastei rapidamente.
Mas que homem cheiroso!
POVS Arthur
Quando a abracei ela deitou a cabeça na curva de meu pescoço. Pus as mãos ao redor de sua cintura e ela pareceu perfeita para aquilo, como se fossemos duas peças de um quebra-cabeça. Meu coração batia acelerado, seu cheiro inebriava meus sentidos, parecia…jasmin, é, era isso, ela cheirava a jasmin. Fechei os olhos e apreciei o momento. Não saberia dizer quanto tempo ficamos lá, abraçados, eu estava mais ocupado admirando-a, e então, inesperadamente ela se afastou.
- Des…- Comecei
- Vamos! Vou te mostrar o condomínio!- Falou e fitou o chão. Eu assenti e começamos a andar pela calçada. O silêncio reinava entre nós, o único barulho a ser ouvido, eram das crianças que brincavam de pega-pega e gritavam em certos momentos, o barulho da motores dos aviões também eram escutados.
Já estava ficando chato isso, então decidi puxar assunto.
(…)
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